Bolsa de mãe…

Bolsa Mágica

As mães, como muitos heróis de desenhos, também têm um acessório-que-ajuda: aquele de onde, na hora do desespero, sai a salvação. No nosso caso, uma bolsa bem guarnecida pode cumprir perfeitamente este papel. E nós agora vamos ensinar para as leitoras como montar a sua própria bolsa-mothern.

1. A escolha do modelo:

. Tem que ser grande. Essa é a regra principal. Se for impermeável também ajuda, já que é grande a chance de ela ter que sobreviver a líquidos entornados pelas crianças.
. É bom que ela tenha uma cor escura. Branca, só se for de vinil, fácil de limpar. Mas, cá pra nós, bolsa branca lembra bota branca que lembra Xuxa… melhor não.
. Tem que ser fashion. É que você não é uma verdadeira mothern se não for pelo menos um pouco modern. E bolsa cafona é o fim, seja lá quantos filhos e quantas tranqueiras você tenha.

2. O que levar:

Não basta ser linda, tem que ter conteúdo.
A idéia é simples: quando sair de casa com as crianças, você tem que ter sempre um recurso extra que as mantenha distraídas (além de sua incrível disposição para brincar e, se possível, a de um homem divertido), porque não existe nada mais eficiente para melar um programa bacana do que uma criança entediada.

Então vamos às sugestões:

. canetas – pelo menos uma para cada filho, e uma extra para você poder assinar seus cheques sem interromper o desenho deles.
. algumas folhas de papéis de rascunho. Ou pode ser também um bloquinho usado para este fim, senão você corre o risco de ter que arrancar páginas antigas da sua agenda (aquela que você não sabe viver sem). Um brinquedo legal que substuitui as folhas e a caneta é aquele quadrinho que parece uma pequena lousa com limalha de ferro dentro, em que a criança escreve com uma caneta com ímã na ponta. (A gente não sabe o nome, mas em qualquer loja de brinquedos tem. E cabe na bolsa.)
. um brinquedinho surpresa (colocado ali sem a criança ver, para situações de emergência). Pode ser qualquer um, desde que seja pequeno. Algumas boas idéias: um par de fantoches de dedo ou um mini-baralho ou um joguinho eletrônico desses de camelô.
. uma muda de roupa para a criança. Se você for do tipo super-hiper-precavida, leve uma blusa reserva para você também. A regra é a seguinte: quanto menor a criança, mais roupas se deve levar. Ah, e faça como todas as mães do mundo: leve um agasalho para o seu filho mesmo que esteja fazendo um calor do cão. Just in case.
. copo com tampa. Pode evitar acidentes.
. lenço umedecido. Pode reparar acidentes.
. lenços de papel. Em situações extremas, podem até substituir o papel higiênico.
. saco plástico com zip ou uma sacolinha dessas de supermercado mesmo. No fim do passeio, serve para guardar a muda de roupa da criança que virou um lixo (indispensável se seu filho está naquela fase em que já saiu das fraldas mas ainda não tem muito controle do esfincter).
. uma maçã e meio pacotinho de biscoitos. Fome dá mau humor. E criança mal-humorada é o fim.
. uma camisinha. Tá, a chance de um casal estável sair com as crianças e ser atacado por um tesão incontrolável (daqueles que não dá para esperar nem chegar em casa) é remota. Mas não custa acreditar nela. E, quando as crianças enjoarem de todas as outras alternativas, a camisinha ainda pode se transformar num balão.

3. Considerações finais:

Lembre-se que bolsa de mãe sempre volta mais cheia do que foi. Reserve espaço para as pedrinhas, o tatu-bolinha morto, a surpresinha, os canudinhos amassados.
E no domigo a noite, não se esqueça de esvaziar sua bolsa transformer. Não vai ser legal, na reunião de segunda, tirar dela uma caneta grudada na metade de um Kinder Ovo.

( texto retiurado do site http://mothern.blogspot.com )

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